quarta-feira, 6 de abril de 2011

Imagens para Refletir







Eai Galera.

Uma imagens,para nós pararmos e refletirmos um pouco.

Salve na Mente...e Cole no Coração


VI NO PROFETIRANDO


terça-feira, 5 de abril de 2011

Entrevista - Duca Tambasco Oficina G3

Ai galera achei interessante estar colocando essa entrevista, até porque sou fã desses caras, e reconheço neles um verdadeiro espírito de adoradores e não artistas. Então ta aí, Duca Tambasco, exemplo de verdadeiro adorador, além de músico de extrema categoria!                                                                                                                       @markinho_soares

Em entrevista a MGAssessoria, Duca Tambasco, entrega os principais detalhes da obra, que marca uma série de mudanças importantes para o grupo.
Em termos líricos, sobre o que o CD trata? O nome, “Depois da Guerra”, é forte. Como foi o processo de definição das letras?

Duca Tambasco – A gente começou a compor esse CD sem pensar num assunto especifico. Porém, tudo foi caminhando para um lado onde nós acabávamos falando sobre essa questão de guerras, em geral, que vivemos. Não é 100% sobre a guerra entre o próprio povo de Deus no que diz respeito a divergências de opinião, que às vezes mais separa do que aproxima os irmãos em cristo.
Mas, principalmente, de guerras internas nossas, não só entre irmãos, mas da carne contra o espírito, da guerra do dia a dia, de você acordar e encarar a sua rotina e enfrentar isso com a ajuda de Deus. Que às vezes o dia-a-dia, ao invés de parecer uma coisa rotineira, te joga pra baixo, te derruba.
É um álbum conceitual?
Não posso dizer que é conceitual, porque não foi algo pensado, mas acredito Deus direcionou as coisas para que tocássemos nesses assuntos que são cruciais para o bem estar entre os irmãos e nosso crescimento como humanos, pessoas, cristãos.
A faixa título fala sobre uma guerra que divide o povo de Deus. Tem uma balada que fala sobre a guerra interna, outra faixa que fala sobre esperança., sobre coisas boas, aproveitar a vida. Tem N assuntos, mas o X da questão é o ser humano. Não ficamos atacando políticos, nem doutrinas, mas damos um foco no ser humano em si, falando sobre todas as coisas. É um grande ponto do CD ter tocado na alma do homem. Pra que, você tocando na alma do homem, quebrando o coração do homem, o resto é conseqüência, o que tentamos falar nas diversas letras desse CD.
Na sonoridade, o que mudou? Como os novos produtores interferiram neste processo?
Gravamos com os caras do Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench. A gente já queria uma sonoridade mais pesada, porque tínhamos feito o Elektracustika como um CD de 10 anos depois do primeiro Acústico, então queríamos algo diferente e fizemos ele. Mas ok, passou. Agora era hora de dar continuidade ao que a gente quer que é o rock n roll, um som mais metal, mais rock. Tudo coincidiu pra acontecer da forma que a gente queria. E aí calhou de ter encontrado a produção do Heros e do Pompeu, que conheci através do CD do Threat. Fiquei maravilhado com a sonoridade, o peso, a produção, essa coisa de parecer até uma banda gringa, pela sonoridade, a qualidade. Fomos encontrar com os caras, trocamos idéia, mostramos o que queríamos e começamos a trabalhar.
Se a gente tinha uma linguagem em 180 graus eles expandiram em 360, pra todos os lados que se possa imaginar: em rock, peso, linguagem, ritmos. E foi muito legal trabalhar com eles. O profissionalismo dos caras tem sido muito bacana.

A entrada do Mauro Henrique nos vocais foi algo que ninguém esperava. Qual é a história da entrada dele na banda?
Na verdade, foi uma coisa louca (risos). Falando sério, nós (eu, Juninho e o Jean) temos muito zelo pela banda, prezamos muito pela banda que Deus confiou a gente. Sempre tivemos muito medo de colocar um vocal e o cara usar a banda como trampolim, usar o veículo e sair fora, mas as coisas foram acontecendo de forma interessante. Não estávamos procurando um vocalista nem pensando nisso, o CD tava sendo todo composto pro Juninho cantar. Os arranjos eram pra linha vocal dele.
De repente pintou o Mauro que foi uma coisa interessante porque o Juninho comentou que o Izabê, ex professor de vocal dele falou que tinha um cara, que veio fazer um teste e reacendeu essa chama, essa idéia. Sabe? Nunca iríamos saber se não tentássemos. Ligamos pra ele no mesmo dia, ele veio pra São Paulo, e começamos a caminhar com ele, levá-lo para alguns shows, passar a ver como ele se saia no palco fazendo uma participação especial.
Mas a finalidade principal era conviver com ele, andar com ele, e isso foi tranqüilizando nosso coração. Andar com ele, ver que, é claro que a gente nunca vai ter certeza até andar 10, 20 anos com o Mauro e ver que o cara é um cara que a gente não abre, só vou saber isso com o tempo mas nos poucos meses já deu pra ter uma certa confiança. Chegou uma hora em que sentamos, eu, Juninho, Jean, pensamos: daqui pra frente vamos assumir o risco. Oramos muito, oramos com o Mauro, com o pessoal da nossa equipe que são pessoas compromissadas com a gente, com Deus, que estão no nosso barco e tem um zelo pelo ministério. E chegou uma hora que nosso coração ficou tranqüilo. E daqui pra frente ou assumimos isso ou ficamos na dúvida.
Não que a voz do Juninho não tivesse boa. Mas chega uma altura de campeonato que você tem que assumir certos riscos. E ele chegou pra somar, porque ele é um super músico, toca baixo e guitarra pra caramba. Não é simplesmente um cara que canta o que pedem e vai embora. Não, ele tem conhecimento, arranja, soma, discute, propõe. Discutimos caminhos pra música, o que facilita muito, porque a comunicação é muito mais fácil. Não é só um cantor, é um músico. Ele sabe falar pra você uma idéia sobre baixo, sabe explicar isso, agregando mesmo. Se o CD já tava ficando bom pelas letras, músicas e produção, ficou ainda melhor com a entrada dele. Cada vez que a gente ouve é uma emoção.
O álbum conta também com várias pessoas na composição. Como isto aconteceu?
A gente sempre opta. È difícil abrir o leque pra mais pessoas ajudarem na composição, porque, as vezes, quanto mais gente, isso pode atrapalhar e tumultuar em vez de ajudar.
Tem uma música do Cris, de Vitória, ele e a banda dele, que tem uma forma de enxergar a música, que é diferente da nossa, e quando eles expuseram a música, colocamos a nossa cara, nossa interpretação. Pra uma música que não era muito o nosso estilo. Sendo algo a mais pra todo mundo ouvir.
Vamos falar a real: em 20 anos de banda, os riscos da fonte esgotar é muito maior do que um grupo de 2 anos. Então é bom que o leque amplie pra outras pessoas, trazendo novas “roupagens” nas músicas com outras cabeças. Um amigo nosso, Gabriel Louback, trouxe uma faixa com uma letra muito bonita, mas o estilo não tinha nada a ver com a gente. Se você ouvir a música você não vai acreditar que tinha uma linguagem MPB, e nós transformamos numa balada rock. E a gente foi fuçando nela, e ficou muito legal…que só ouvindo pra saber. Depois de pronta deu uma sensação de missão cumprida muito legal. O estilo dele é diferente, do Cris de Vitória, do Celsinho (Celso Machado, o guitarrista), tudo isso é diferente, o que acaba dando uma diversificada interessante. E a música do Gabriel fala sobre uma guerra do dia a dia de você com você mesmo, tendo sempre que pedir forças a Deus pra continuar a nossa vida, e ele nem sabia da questão do CD que chamava “Depois da Guerra”, e caiu perfeitamente para o que a gente tava querendo. Tenho certeza que isso é o dedo de Deus, montando o quebra-cabeça.
E a participação mais específica do Celso e a regravação da música do Mauro?
O Celsinho tem uma visão de composição de letra e musical muito diferente, e ele foi dando a vestimenta que ele queria pra música, somando com as nossas idéias, e ficou muito legal. Todo mundo que é músico tem usa linguagem própria, seu próprio jeito de tocar. Eu e Celsinho temos jeitos diferentes e isso acaba dando uma diversidade interessante.
A do Mauro, “I Tried To Change”, nela nós não mexemos muito, porque ela é linda, e seria até um pecado mexer demais no jeito de tocar. Demos uma leve diferença, mexemos pouco em estrutura e a linguagem, com o toque do Oficina.
Gostaria que você falasse um pouco mais sobre a gravação do cover de “People Get Ready”, do Curtis Mayfield, porque é algo que vocês nunca fizeram antes, regravações de outros artistas, além de ser uma faixa clássica.
Ela tem uma história muito legal. Quando fomos pra Itália, pra Suíça e Inglaterra (em 2001)…nós conhecemos um cara que chavama Wally e a gente ficou com ele, era bem prestativo. Era canadense mas morava lá, e ele tava se dispondo a nos ajudar e era músico também. Conversamos sobre N coisas, passamos o dia com ele, enfim. E ele ia tocar, queria tocar uma música. E ele disse que queria tocar essa, “People Get Ready”, que é uma música simples mas com uma letra muito bonita, e essa música aproximou a gente. A comunicação entre nós estava um pouco complicada, pela dificuldade no inglês e a própria diferença de cultura. E quando tocamos a música, ela aproximou muito a gente. É incrível esse poder que a música tem, essa universalidade, e isso marcou todo mundo, foi uma experiência muito bonita.
E anos depois a gente pensou, “vamos pegar aquela música”…e aí fomos criando a coragem. Ela é música cristã, mas ficou eternizada na voz do Rod Stewart, que não é cristão. Mas assumimos também esse risco, que fala da esperança do povo cristão de ir pra terra prometida “que as pessoas estejam prontas pro trem que vai pro Jordão”, e você só precisa ter fé e ir pra terra prometida. É uma letra completamente cristã. Ela é animal e resume a nossa fé.
Essa experiência vai valer, e a gente acreditou e tocamos. Independente de ser pioneirismo, a música te aproxima, superando a dificuldade da língua, que as vezes acaba quando você tem fé em Jesus e a música como veículo pra pensar a nossa fé em Jesus, e levamos isso adiante.
Falando agora sobre o baixo neste CD, o que você buscou, o que ele traz em termos de som?
Nesse CD eu quis não fugir muito…eu tento sempre inovar, com novas linhas, mas não posso ser ingrato com o meu jeito de tocar que muita gente vem me falar que se espelha, gosta, e tudo. Porém sempre tenho a intenção de querer fazer melhor, linhas mais interessantes, seja nas frases rápidas ou não. As linhas são bem pesadas, em regiões bem graves, então o cara que ouvir vai sentir as guitarras parecendo um urso te abraçando, porém, parte desse urso é o peso do contrabaixo, nas regiões que procurei tocar de uma forma que envolvesse a guitarra e desse mais peso pra ela.
Na faixa “Muros”, por exemplo, tem uma linguagem meio metafórica, mas ela fala sobre muros de pedra que separam as pessoas, de muros visíveis e invisíveis que separam as pessoas…fiz umas linhas interessantes. To ouvindo umas coisas novas que foram sugestões do Mauro..Mudvayne, e eu nunca tinha ouvido. Ele me mostrou, e o baixista é um monstro, muito inteligente. Consegui agregar algumas idéias ao meu jeito de tocar.
Na faixa título eu fiz uma linha bem encaminhada na introdução, que acho que vale a pena ressaltar. Meu irmão (Déio Tambasco) também compôs, tem a participação dele em “Meus Próprios Meios”, que é uma das mais pesadas do CD, tendo uma cavalgada de guitarra nervosa. Usei até palheta, tem um two-hands bem legal e um solo também. Tá bem trabalhado, talvez o mais da história da banda. Não consigo fazer coisas simples, você se acostuma a fazer coisas complicadas, tá no sangue…você acaba complicando, deixando mais complexa. E esse CD tem bastante coisa.
Como foi trabalhar com o pessoal do estúdio, Na Cena, que representou uma mudança de ambiente para vocês?
Eles nos ajudaram muito. O Hebert e Marcos, que são os donos, o Zeca, técnico e o Rafa e o Vitor que são auxiliares técnicos. Eles estiveram envolvidos no projeto de uma forma que parece que a banda é deles, e isso é uma coisa que eu fico muito admirado e grato. Porque tem várias coisas q eles não precisavam fazer, mas os caras se desdobraram. Em pouco tempo de convívio criamos uma amizade muito grande, que agrega muito.
Com todas estas mudanças…qual a expectativa para a turnê? Como a banda está encarando ela?
Sinceramente, tenho a sensação de que será a melhor turnê do Oficina G3, na história. E não é a toa. Muita gente não entendeu a proposta do Elektracustika, que era uma fase, um momento, como se de 10 em 10 anos fossemos fazer algo diferente. E muita gente achou que tivéssemos mudado o estilo, e muita gente ficou até decepcionada.
Acho que esse é o momento, de juntar todas essas expectativas, e creio que será um boom grande. De que será o melhor momento da banda. É um show muito intenso, pesado, que vai deixar todo mundo pular, bangear…e com muito evangelismo também, sem dúvida. O rock é veículo pra falar de Deus, sempre, seja mais pesado ou mais leve, isso tá muito presente no DNA da banda.
Tenho a sensação de vai ser um divisor de águas na nossa vida. Sem contar o Mauro, eu acredito também que isso vai impulsionar muito. Estamos arriscando e acreditando bastante nisso. Estamos querendo, trabalhando e acreditando sempre no melhor, e as expectativas e sensações pra esse CD são as mais altas possíveis. Muita gente critica, mas não mexe uma palha pra falar de Deus pra ninguém. Estamos confiantes que tudo vai valer a pena.
Fonte: MGAssessoria

SEJA FORTE

segunda-feira, 4 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Todo ser,louve ao Senhor

ARTISTAS OU ADORADORES?

"Sede, pois, imitadores (iguais) de Deus..." – Ef 5:1-17.

Vivemos dias difíceis dentro das nossas igrejas. Muitos pensam que estamos vivendo um grande avivamento. Na verdade, confundimos avivamento com “movimento” ou “animamento”, ou seja, pensamos que templos cheios, grandes shows e grandes eventos, são sinônimos de grande e poderoso avivamento!

Muitos líderes se preocupam com seus "bolsos", inibindo a Sã Doutrina e “sufocam” a glória de Deus; permitem que pessoas saiam dos cultos vazias, sem preparação e unção para enfrentarem as adversidades. Muitos abraçaram a obra de Deus, mas não o Deus da obra, conhecem a história de Jesus, mas não o Jesus da história. Para manter uma igreja cheia permitem que a adoração ao Senhor seja mesclada com costumes que vão contra a Bíblia. Infelizmente, as nossas igrejas estão cheias sim... de pessoas vazias!

Outros têm trazido para dentro das nossas congregações modelos do mundo, em outras palavras, “saíram do mundo”, mas o mundo não saiu de dentro deles! Na área da música, tem sido algo visível, quando muitos dos chamados “músicos cristãos” tem trazido a realidade do mundo e a prática secular para dentro das nossas igrejas, é o comportamento, o estilo de vida, os conceitos, os valores, etc.

O avivamento começa pelo quebrantamento, pelo arrependimento, pela mudança de mente e coração! Precisamos orar, clamar e pedir ao Senhor para que venha sobre nós um verdadeiro avivamento, então seremos transformados! “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (II Cr 7:14).

"Artistas"... Modelo do mundo

Como mencionei, muitos músicos chamados "cristãos", tem imitado modelos do mundo sem Deus, querem ser conhecidos como “artistas” e “pop stars”! Imitam artistas seculares, são orgulhosos, soberbos, exigentes e egoístas. Buscam plataforma e visibilidade, querem ser reconhecidos, se consideram “estrelas” e querem “brilhar”! Muitos destes músicos deixam seus pastores e líderes cansados e incomodados com suas atitudes e formas orgulhosas de serem. Se nos encaixamos neste modelo, devemos saber o que a Bíblia nos declara: "A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra” (Pv 29:23).

Ao Senhor pertence o louvor e todo o reconhecimento: "... o louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graça, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém" (Ap 7:12).

"Adoradores"... Modelo de Deus

O Pai está procurando os verdadeiros adoradores (Jó 4:23). O músico que é um verdadeiro adorador não é um "estrela" e também não tem nenhum tipo de compromisso com este tipo de reconhecimento, mas é um salmista, ministro do altar, submisso, servo e homem de Deus. Não tem compromisso com a glória do homem, mas sim com a glória de Deus. É aquele músico que além de executar bem a sua arte, é consagrado a Deus e separado para Ele; e com certeza, sabe a respeito da necessidade que há da unção do Espírito Santo em sua vida, assim como em sua música. É um músico aprovado por Deus e pelos homens, pois os seus frutos o acompanham! “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm 2:15). Observe o exemplo de Davi no livro de I Sm 16:14-23 – era aprovado por Deus e pelos homens.

Jesus... Modelo de adorador

1- Jesus não buscava reconhecimento e glória. Não buscava seus interesses e benefícios pessoais (Mt 4:8-10).

2- Jesus era obediente a voz do Pai (Fp 2:8).

3- Jesus tinha compaixão pelas pessoas e por isso as resgatava para o reino de Deus (Mt 9:35-36).
Este é o principal desafio para nós, músicos cristãos, sermos imitadores do nosso melhor modelo de adorador que é Jesus! Sejamos imitadores de Cristo!

Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra

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